quinta-feira, 20 de junho de 2013
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Fiscalização pode ser comprometida, diz ministro do TST sobre projeto que regulamenta domésticos
Carolina Gonçalves
Repórter da Agência Brasil
Brasília - Às vésperas do início das discussões sobre o projeto que regulamenta os direitos dos empregados domésticos no país (Emenda Constitucional 72), o ministro do Tribunal Superior do Trabalho Maurício Godinho Delgado alertou que o texto aprovado pelos parlamentares pode comprometer a fiscalização das relações trabalhistas. Delgado lembrou que a Constituição Federal considera a casa um asilo inviolável do indivíduo e, por isso, auditores trabalhistas não poderiam entrar para fiscalizar como fazem em empresas, como define a CLT.
“A versão final do projeto remeteu [a fiscalização] simplesmente à CLT. Se ficarmos dentro da técnica jurídica é inconstitucional. Não há como resolver essa questão pelas regras gerais da CLT. É preciso ter norma especial”, defendeu.
Mesmo reconhecendo que o texto “cumpre bem” o papel de regulamentar as relações trabalhistas entre trabalhadores e empregadores domésticos – durante uma audiência pública na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado, hoje (17) – o ministro não descartou a necessidade de outros ajustes. Segundo ele, é preciso rever o tempo de compensação de horas extras que, pelo projeto, permite que seja feito em um prazo até 12 meses. “Quem sabe passar para três meses. Tem que existir esse banco de horas porque dá certa flexibilidade ao empregador, mas reduzindo [o tempo] teríamos ponto de equilíbrio”, disse.
O juiz Guilherme Feliciano, da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), defendeu os mesmos ajustes e lembrou que o artigo que trata da fiscalização foi modificado no último momento na comissão mista de regulamentação de leis e de dispositivos constitucionais que aprovou o texto no início do mês. “Acho que senadores e deputados pensaram bem quando previam [na versão anterior do projeto] o consentimento do inspecionado e, em não aceitando, criar a possibilidade de uma autuação indireta na Justiça do Trabalho”, disse. Em casos graves, como o de denúncia de trabalho escravo, por exemplo, o texto ainda previa o recurso do mandado judicial. “Temos que lamentar porque o projeto estava melhor antes, quando tinham essas previsões”, disse.
A senadora Ana Rita (PT-ES), que presidiu a reunião, lamentou que o texto não será analisado pelas comissões. Mas, segundo ela, a expectativa é que as avaliações dos convidados sejam consideradas durante a apreciação do projeto, que ainda pode receber emendas no plenário da Casa. Um dos pontos que pode tomar tempo nos debates é o que trata das contribuições patronais. Pelo texto aprovado na comissão mista, a contribuição patronal, no caso das relações domésticas, passou de 12% para 8,8%.
“Essa redução de R$ 20 não é o que vai fazer com que 70% dos trabalhadores sejam formalizados. A diferença que o trabalhador recebe em relação ao salário mínimo é muito maior que esses R$ 20. Precisamos criar instrumentos para que haja essa formalização”, alertou o secretário de Política de Previdência Social, do Ministério da Previdência Social, Leonardo José Rolim Guimarães.
Rolim destacou números do IBGE que apontam que pouco mais de um terço dos trabalhadores domésticos tem proteção previdenciária e que, entre diaristas, apenas 26% têm a Previdência Social. “Normalmente o maior problema apontado para a informalidade no trabalho doméstico é o custo da contribuição, mas, se olhar a renda, 70% dos trabalhadores que não têm proteção ganham menos de um salário mínimo”, concluiu.
Edição: Talita Cavalcante
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir o material é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil
Repórter da Agência Brasil
Brasília - Às vésperas do início das discussões sobre o projeto que regulamenta os direitos dos empregados domésticos no país (Emenda Constitucional 72), o ministro do Tribunal Superior do Trabalho Maurício Godinho Delgado alertou que o texto aprovado pelos parlamentares pode comprometer a fiscalização das relações trabalhistas. Delgado lembrou que a Constituição Federal considera a casa um asilo inviolável do indivíduo e, por isso, auditores trabalhistas não poderiam entrar para fiscalizar como fazem em empresas, como define a CLT.
“A versão final do projeto remeteu [a fiscalização] simplesmente à CLT. Se ficarmos dentro da técnica jurídica é inconstitucional. Não há como resolver essa questão pelas regras gerais da CLT. É preciso ter norma especial”, defendeu.
Mesmo reconhecendo que o texto “cumpre bem” o papel de regulamentar as relações trabalhistas entre trabalhadores e empregadores domésticos – durante uma audiência pública na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado, hoje (17) – o ministro não descartou a necessidade de outros ajustes. Segundo ele, é preciso rever o tempo de compensação de horas extras que, pelo projeto, permite que seja feito em um prazo até 12 meses. “Quem sabe passar para três meses. Tem que existir esse banco de horas porque dá certa flexibilidade ao empregador, mas reduzindo [o tempo] teríamos ponto de equilíbrio”, disse.
O juiz Guilherme Feliciano, da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), defendeu os mesmos ajustes e lembrou que o artigo que trata da fiscalização foi modificado no último momento na comissão mista de regulamentação de leis e de dispositivos constitucionais que aprovou o texto no início do mês. “Acho que senadores e deputados pensaram bem quando previam [na versão anterior do projeto] o consentimento do inspecionado e, em não aceitando, criar a possibilidade de uma autuação indireta na Justiça do Trabalho”, disse. Em casos graves, como o de denúncia de trabalho escravo, por exemplo, o texto ainda previa o recurso do mandado judicial. “Temos que lamentar porque o projeto estava melhor antes, quando tinham essas previsões”, disse.
A senadora Ana Rita (PT-ES), que presidiu a reunião, lamentou que o texto não será analisado pelas comissões. Mas, segundo ela, a expectativa é que as avaliações dos convidados sejam consideradas durante a apreciação do projeto, que ainda pode receber emendas no plenário da Casa. Um dos pontos que pode tomar tempo nos debates é o que trata das contribuições patronais. Pelo texto aprovado na comissão mista, a contribuição patronal, no caso das relações domésticas, passou de 12% para 8,8%.
“Essa redução de R$ 20 não é o que vai fazer com que 70% dos trabalhadores sejam formalizados. A diferença que o trabalhador recebe em relação ao salário mínimo é muito maior que esses R$ 20. Precisamos criar instrumentos para que haja essa formalização”, alertou o secretário de Política de Previdência Social, do Ministério da Previdência Social, Leonardo José Rolim Guimarães.
Rolim destacou números do IBGE que apontam que pouco mais de um terço dos trabalhadores domésticos tem proteção previdenciária e que, entre diaristas, apenas 26% têm a Previdência Social. “Normalmente o maior problema apontado para a informalidade no trabalho doméstico é o custo da contribuição, mas, se olhar a renda, 70% dos trabalhadores que não têm proteção ganham menos de um salário mínimo”, concluiu.
Edição: Talita Cavalcante
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sexta-feira, 14 de junho de 2013
PORTARIA Nº 836, DE 12 DE JUNHO DE 2013
O PRESIDENTE DO CONSELHO DE RELAÇÕES DO TRABALHO, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o disposto no art. 13, inciso VII do Regimento Interno, Recomendação nº 004 aprovada pelas Bancadas na 11ª e na 12ª Reunião do Conselho de Relações do Trabalho, realizadas nos dias 24 de janeiro de 2013 e 20 de março de 2013 e Despacho do Excelentíssimo Senhor Ministro do Trabalho e Emprego, de 05 de junho de 2013, resolve:
Art. 1º Constituir Grupo de Trabalho – GT com a finalidade de realizar estudos técnicos e normativos,
objetivando a admissão de sistemas alternativos de controle eletrônico de jornada de trabalho, atendidos
aos seguintes princípios: segurança dos dados registrados, acesso do trabalhador aos seus registros, acesso
da fiscalização aos registros, registro do ponto pelo próprio trabalhador e garantia de inexistência de
mecanismos de registro automático de ponto.
Art. 2º O GT será composto por três membros titulares e três membros suplentes representantes do
Ministério do Trabalho e Emprego – MTE e em número idêntico de representantes dos trabalhadores e dos
empregadores, conforme abaixo:
I – Ministério do Trabalho e Emprego
Titular – Gerson Soares Pinto pela Secretaria de Inspeção do Trabalho – SIT
Suplente – Edgar Moreira Brandão pela Secretaria de Inspeção do Trabalho – SIT
Titular – Mauro Rodrigues de Souza pela Secretaria de Relações do Trabalho – SRT
Suplente – Karina Andrade Ladeira pela Secretaria de Relações do Trabalho – SRT
Titular – João Alberto Graça pelo Gabinete do Ministro – GM
Suplente – Luiz Eduardo Lemos da Conceição pela Secretaria Executiva – SE
II – Centrais Sindicais
Titular – Valeir Ertle pela Central Única dos Trabalhadores -CUT
Titular – Francisco Canindé Pegado pela União Geral dos Trabalhadores – UGT
Titular – Ledja Austrilino Silva pela Nova Central Sindical dos Trabalhadores – NCST
Suplente – Sérgio Luiz Leite pela Força Sindical – FS
Suplente – Pascoal Carneiro pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB
Suplente – João Edilson pela Central Geral dos Trabalhadores do Brasil – CGTB
III – Confederações dos Empregadores
Titular – Magnus Ribas Apostólico pela Confederação Nacional do Sistema Financeiro-Consif
Titular -Elimara Aparecida Assad Sallum pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA
Titular – Pablo Rolim Carneiro pela Confederação Nacional da Indústria – CNI
Suplente – Maria do Carmo Graciano pela Confederação Nacional de Serviços – CNS
Suplente – Joicy Damares Pereira pela Confederação Nacional da Saúde – CNS
Suplente – Alain Alpin Mac Gregor pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo -
CNC
§ 1º A coordenação do Grupo de Trabalho ficará a cargo do
representante titular da Secretaria de Inspeção do Trabalho e a suplência a cargo do titular da Secretaria de
Relações do Trabalho.
§ 2º É facultado às respectivas representações promover a substituição de seus membros no GT.
§ 3º As bancadas poderão ser acompanhadas por Assessoria Técnica necessária para a realização dos
estudos.
Art. 3º O GT será instalado no dia 24 de junho de 2013, iniciando-se os trabalhos logo após a instalação.
Art. 4º Na reunião de instalação do GT deverão ser estabelecidos os métodos que serão utilizados para
discussão.
Art. 5º O Prazo para conclusão dos trabalhos será de noventa (90) dias, podendo ser prorrogado por igual
período, pelo Pleno do Conselho, por solicitação do GT, fundamentadamente.
Art. 6º As Bancadas deverão buscar o consenso que será consignado no relatório final, registrando-se
eventuais posições contrárias.
Art. 7º Ao final dos trabalhos o GT encaminhará relatório conclusivo ao Conselho de Relações do Trabalho,
por meio da Secretaria-Executiva do Conselho, podendo, nele, incluir proposta de alteração da Portaria nº
1510/2009.
Art. 8º A participação nas atividades no GT não será remunerada, sendo seu exercício considerado de
relevante interesse público.
Art. 9º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
PAULO ROBERTO DOS SANTOS PINTO
Publicação DOU 13/06/2013
Art. 1º Constituir Grupo de Trabalho – GT com a finalidade de realizar estudos técnicos e normativos,
objetivando a admissão de sistemas alternativos de controle eletrônico de jornada de trabalho, atendidos
aos seguintes princípios: segurança dos dados registrados, acesso do trabalhador aos seus registros, acesso
da fiscalização aos registros, registro do ponto pelo próprio trabalhador e garantia de inexistência de
mecanismos de registro automático de ponto.
Art. 2º O GT será composto por três membros titulares e três membros suplentes representantes do
Ministério do Trabalho e Emprego – MTE e em número idêntico de representantes dos trabalhadores e dos
empregadores, conforme abaixo:
I – Ministério do Trabalho e Emprego
Titular – Gerson Soares Pinto pela Secretaria de Inspeção do Trabalho – SIT
Suplente – Edgar Moreira Brandão pela Secretaria de Inspeção do Trabalho – SIT
Titular – Mauro Rodrigues de Souza pela Secretaria de Relações do Trabalho – SRT
Suplente – Karina Andrade Ladeira pela Secretaria de Relações do Trabalho – SRT
Titular – João Alberto Graça pelo Gabinete do Ministro – GM
Suplente – Luiz Eduardo Lemos da Conceição pela Secretaria Executiva – SE
II – Centrais Sindicais
Titular – Valeir Ertle pela Central Única dos Trabalhadores -CUT
Titular – Francisco Canindé Pegado pela União Geral dos Trabalhadores – UGT
Titular – Ledja Austrilino Silva pela Nova Central Sindical dos Trabalhadores – NCST
Suplente – Sérgio Luiz Leite pela Força Sindical – FS
Suplente – Pascoal Carneiro pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB
Suplente – João Edilson pela Central Geral dos Trabalhadores do Brasil – CGTB
III – Confederações dos Empregadores
Titular – Magnus Ribas Apostólico pela Confederação Nacional do Sistema Financeiro-Consif
Titular -Elimara Aparecida Assad Sallum pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA
Titular – Pablo Rolim Carneiro pela Confederação Nacional da Indústria – CNI
Suplente – Maria do Carmo Graciano pela Confederação Nacional de Serviços – CNS
Suplente – Joicy Damares Pereira pela Confederação Nacional da Saúde – CNS
Suplente – Alain Alpin Mac Gregor pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo -
CNC
§ 1º A coordenação do Grupo de Trabalho ficará a cargo do
representante titular da Secretaria de Inspeção do Trabalho e a suplência a cargo do titular da Secretaria de
Relações do Trabalho.
§ 2º É facultado às respectivas representações promover a substituição de seus membros no GT.
§ 3º As bancadas poderão ser acompanhadas por Assessoria Técnica necessária para a realização dos
estudos.
Art. 3º O GT será instalado no dia 24 de junho de 2013, iniciando-se os trabalhos logo após a instalação.
Art. 4º Na reunião de instalação do GT deverão ser estabelecidos os métodos que serão utilizados para
discussão.
Art. 5º O Prazo para conclusão dos trabalhos será de noventa (90) dias, podendo ser prorrogado por igual
período, pelo Pleno do Conselho, por solicitação do GT, fundamentadamente.
Art. 6º As Bancadas deverão buscar o consenso que será consignado no relatório final, registrando-se
eventuais posições contrárias.
Art. 7º Ao final dos trabalhos o GT encaminhará relatório conclusivo ao Conselho de Relações do Trabalho,
por meio da Secretaria-Executiva do Conselho, podendo, nele, incluir proposta de alteração da Portaria nº
1510/2009.
Art. 8º A participação nas atividades no GT não será remunerada, sendo seu exercício considerado de
relevante interesse público.
Art. 9º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
PAULO ROBERTO DOS SANTOS PINTO
Publicação DOU 13/06/2013
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Veja dicas sobre como desenvolver a sensibilidade e motivar sua equipe
Blog do IBC, 11 de junho de 2013
Hoje para ser líder não basta apenas gerir sua equipe e obter bons resultados, é preciso ter a sensibilidade de conseguir inspirar, motivar e incentivar seus colaboradores. A busca por gestores com maior percepção e cuidado com as pessoas vem aumentando muito no mercado.
Todo relacionamento seja pessoal ou empresarial tem como fundamento a emoção. Bons líderes conseguem ter empatia, assim percebem os pontos positivos e de melhoria e os anseios de seus colaboradores.
Muitos líderes acreditam que os resultados e a produtividade são os fatores mais importantes para se alcançar os objetivos. Mas eles esquecem que sem a colaboração e a dedicação de sua equipe esses resultados ficam distantes. É por isso que o gestor tem que ter a sensibilidade de entender as necessidades de seu time.
Desenvolver e aprimorar a sensibilidade no ambiente corporativo é se destacar no mercado de trabalho.
Como desenvolver a sensibilidade e motivar sua equipe:
- Treinamento: Além de sua formação é fundamental fazer treinamentos de gestão. É preciso entender que a empresa é feita de pessoas e que se deve conhecer os anseios de cada uma delas. O desenvolvimento do gestor é fundamental para a motivação.
- Entusiasmo: É muito importante que o líder consiga se mostrar entusiasmado. Segundo Daniel Goleman, autor do livro “Inteligência Emocional”, os líderes vibrantes conseguem obter bons resultados na capacidade de estabelecer uma conexão emocional com os outros.
- Inteligência Emocional: Os líderes que desenvolvem essa capacidade valorizam as amizades, tanto no trabalho quanto na vida pessoal. Eles aprendem a importância de um sorriso para facilitar o bom relacionamento e a comunicação.
- Programas de qualidade de vida: A empresa também precisa fazer sua parte desse desenvolvimento proporcionando alguns programas e treinamentos. É interessante fazer atividade recreativa e ginástica laboral. Esses recursos auxiliam no bem-estar e no bom relacionamento dos colaboradores.
O treinamento e a experiência aguçam a sensibilidade, consequentemente, influenciam positivamente no relacionamento líder x colaborador e nos resultados da organização.
Hoje para ser líder não basta apenas gerir sua equipe e obter bons resultados, é preciso ter a sensibilidade de conseguir inspirar, motivar e incentivar seus colaboradores. A busca por gestores com maior percepção e cuidado com as pessoas vem aumentando muito no mercado.
Todo relacionamento seja pessoal ou empresarial tem como fundamento a emoção. Bons líderes conseguem ter empatia, assim percebem os pontos positivos e de melhoria e os anseios de seus colaboradores.
Muitos líderes acreditam que os resultados e a produtividade são os fatores mais importantes para se alcançar os objetivos. Mas eles esquecem que sem a colaboração e a dedicação de sua equipe esses resultados ficam distantes. É por isso que o gestor tem que ter a sensibilidade de entender as necessidades de seu time.
Desenvolver e aprimorar a sensibilidade no ambiente corporativo é se destacar no mercado de trabalho.
Como desenvolver a sensibilidade e motivar sua equipe:
- Treinamento: Além de sua formação é fundamental fazer treinamentos de gestão. É preciso entender que a empresa é feita de pessoas e que se deve conhecer os anseios de cada uma delas. O desenvolvimento do gestor é fundamental para a motivação.
- Entusiasmo: É muito importante que o líder consiga se mostrar entusiasmado. Segundo Daniel Goleman, autor do livro “Inteligência Emocional”, os líderes vibrantes conseguem obter bons resultados na capacidade de estabelecer uma conexão emocional com os outros.
- Inteligência Emocional: Os líderes que desenvolvem essa capacidade valorizam as amizades, tanto no trabalho quanto na vida pessoal. Eles aprendem a importância de um sorriso para facilitar o bom relacionamento e a comunicação.
- Programas de qualidade de vida: A empresa também precisa fazer sua parte desse desenvolvimento proporcionando alguns programas e treinamentos. É interessante fazer atividade recreativa e ginástica laboral. Esses recursos auxiliam no bem-estar e no bom relacionamento dos colaboradores.
O treinamento e a experiência aguçam a sensibilidade, consequentemente, influenciam positivamente no relacionamento líder x colaborador e nos resultados da organização.
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Calendário Pagamento Pis Pasep 2013 e 2014
Foi
liberado o calendário PIS PASEP 2013 com as datas e prazos para quem tem direito
a receber o Abono Salarial do PIS e o PASEP , PIS PASEP 2013. Todo cidadão que
tem direito a receber anualmente o PIS PASEP 2013, já pode se programar.
O abono salarial do PIS Pasep 2013, é no valor de um
salário mínimo vigente, ou seja o valor de R$ 678,00, que será pago a 18,4
milhões de trabalhadores brasileiros, no montante de R$9,3 bilhões. As
datas e calendário de pagamentos do PIS Pasep 2013 são estabelecidas de acordo
com mês de aniversário dos beneficiários.
Calendário
PIS PASEP 2013
Diferença entre PIS e Pasep: Grande
parte dos trabalhadores tem dúvidas sobre qual a diferença entre PIS e PASEP,
se esse é o seu caso, é mais simples do que você imagina. O PIS é um benefício pago aos trabalhadores
de empresas privadas e é recebido através da Caixa Econômica Federal e oPASEP é
pago aos Servidores Públicos através do Banco do Brasil. Ambos são são formas
de contribuições pagas mensalmente pelas empresas, com objetivo de construir
fundos de ajuda ao trabalhador. Veja abaixo os pré-requisitos e o calendário
Pis Pasep 2013, separados em dois tópiso: PIS 2013 e PASEP 2013.
PIS
2013
Calendário de Pagamento do PIS
2013: Caixa Econômica Federal
Para o trabalhador de empresa privada ter direito a receber o
Abono Salarial do Pis 2013 através da Caixa Econômica Federal, você terá que
atender os pré-requisitos abaixo, que são:
1.
Estar cadastrado há pelo menos 5 anos no PIS PASEP;
2.
Ter recebido, de empregadores contribuintes do PIS PASEP,
remuneração mensal de até 2 salários mínimos médios durante o ano base que for
considerado para a atribuição do benefício;
3.
Ter exercido atividade remunerada, durante pelo menos 30
dias, consecutivos ou não, no ano base considerado para apuração e
4.
Ter seus dados informados corretamente na Relação
Anual de Informações Sociais – RAIS do ano base considerado.
Você
também pode Consultar Pis Pasep pela
internet, para isso siga nosso tutorial explicativo, de
como Consultar pela Internet, entrando nesse LINK.
PASEP
2013
Calendário de Pagamento do
PASEP 2013: Banco do Brasil
Para o Servidor Públicoter direito a receber o Abono Salarial de
um Salário Mínimo através do Banco do Brasil, você terá que atender os
pré-requisitos abaixo, que são:
Tem
direito ao abono de um salário mínimo, o participante que atenda a todas as
condições abaixo:
1.
Esteja cadastrado no Pasep há pelo menos cinco anos;
2.
Tenha ganho, no ano base de referência, média mensal de até 2
salários mínimos (soma das remunerações auferidas e informadas por um ou mais
empregadores);
3.
Tenha trabalhado no mínimo 30 dias no ano base de referência;
4.
Seja informado corretamente no Relatório Anual de Informações
Sociais – RAIS – do ano base em referência. (Para informações sobre a RAIS,
consulte o site do Ministério do Trabalho e Emprego www.mte.gov.br).
Espero que tenha tirado todas suas dúvidas em relação ao PIS
2013, o Pasep 2013 e o Calendário PIS PASEP 2013. Caso ainda haja alguma, deixe
nos comentários abaixo.
terça-feira, 2 de abril de 2013
O eterno conflito entre vida pessoal e vida profissional
Um dos grandes desafios dos profissionais inseridos no mundo do trabalho neste novo milênio, independentemente de gênero ou de profissão, é ter e manter a qualidade de vida. Todos buscam por esta qualidade, cada um à sua maneira. Porém, um dos maiores enigmas para quem tem uma carreira é justamente a ideia de separar a vida pessoal da profissional.
Entrar no escritório, trabalhar e ao fim do dia ir para casa e viver uma vida plena e feliz junto à família é o sonho de consumo de qualquer profissional. Para os trabalhadores, no entanto, que não são super-homens ou super-mulheres, conciliar suas atividades profissionais com o tempo livre está longe de ser uma tarefa simples a ser conquistada. O ideal é que não devemos levar problemas de casa para o trabalho e vice versa. Esta prática é necessária e imprescindível, porém será uma realidade? Aparentemente parece impossível e também inviável, ainda mais no momento em que vivemos, no qual as empresas estão atentas aos seus funcionários em todos os sentidos.
Haja vista inclusive o monitoramento dos funcionários nas redes sociais e o acesso deles a sites nos computadores da empresa. Segundo especialistas, o trabalho interferiu de tal forma na vida do indivíduo que o perfil do profissional mudou. O trabalhador atual passa a ser muito mais requisitado, e em contrapartida, dedica menos tempo às suas atividades de lazer e família.
No passado, por mais que se tivessem pendências a serem resolvidas, nada poderia ser feito fora do escritório, da fábrica ou de qualquer outro ambiente de trabalho. Há muito tempo a vida profissional deixou de se resumir a oito horas diárias de trabalho no escritório e passou a exigir dedicação em tempo real. Com o avanço tecnológico, o profissional não se desconecta das questões do seu dia a dia e assim chega a trabalhar 24 horas.
Dentre os fatores que contribuíram para a existência de certa confusão entre o trabalho e a vida pessoal, estão a globalização e o avanço das comunicações em função da tecnologia, fazendo os valores profissionais tomarem mais espaço na vida das pessoas (ROBBINS, 2009, p14).
Assim, exige-se cada vez mais dedicação e empenho dos profissionais. As pendências de trabalho deixaram de pairar como uma névoa para realmente tomar conta da vida das pessoas. Hoje, o trabalhador não entra às oito da manhã e sai às seis da tarde. E mesmo que isso ocorra, ele tem ferramentas como o notebook e o celular que o acompanham onde ele estiver. Assim, não há um desligamento entre o profissional e o pessoal. O profissional moderno se depara cotidianamente com inúmeros desafios que consomem muito além das suas horas efetivamente contratadas e remuneradas no ambiente de trabalho. Assim ele vai se alienando e vivendo num universo paralelo.
Hoje, é comum vermos a figura do workaholic (expressão americana que teve origem na palavra alcoholic (alcoólatra) e serve para designar uma pessoa viciada, não em álcool, mas, em trabalho). As pessoas viciadas em trabalho sempre existiram, no entanto, nos últimos tempos acentuou-se sua existência motivada pela alta competitividade, pela vaidade, ambição, necessidade de sobrevivência ou ainda por alguma necessidade pessoal de provar algo a alguém ou a si mesmo.
O mais importante a se levar em conta é o equilíbrio que deve existir entre vida pessoal e vida profissional. O trabalho e o lazer devem caminhar na mesma direção. A vida não pode ser só trabalho. É necessário ter descontração para o bem-estar psicológico e emocional do indivíduo. Devemos sempre lembrar que a base para ser uma pessoa bem sucedida na vida é o tripé entre trabalho, família e saúde.
O equilíbrio desses pontos resulta em uma pessoa plena e feliz, satisfeita com o que faz e preparada para melhor enfrentar os inúmeros desafios que a vida impõe.
O profissional atual trabalha muito e colhe bons frutos de seu trabalho, como bons salários, benefícios, reconhecimentos da empresa, dentre outros itens que podem ser comprados. Porém, a felicidade não se compra. O salário normalmente traz conforto para a família.
Mas, o principal e, mais simples, é esquecido: a presença. A família e principalmente os filhos querem o pai e/ou a mãe presentes no seu dia a dia, participando das atividades em conjunto, para que possam estar seguros e ter boa base para crescerem fortes e formarem futuramente, famílias bem estruturadas. Lembrando sempre que a base da sociedade sempre será a família.
Entrar no escritório, trabalhar e ao fim do dia ir para casa e viver uma vida plena e feliz junto à família é o sonho de consumo de qualquer profissional. Para os trabalhadores, no entanto, que não são super-homens ou super-mulheres, conciliar suas atividades profissionais com o tempo livre está longe de ser uma tarefa simples a ser conquistada. O ideal é que não devemos levar problemas de casa para o trabalho e vice versa. Esta prática é necessária e imprescindível, porém será uma realidade? Aparentemente parece impossível e também inviável, ainda mais no momento em que vivemos, no qual as empresas estão atentas aos seus funcionários em todos os sentidos.
Haja vista inclusive o monitoramento dos funcionários nas redes sociais e o acesso deles a sites nos computadores da empresa. Segundo especialistas, o trabalho interferiu de tal forma na vida do indivíduo que o perfil do profissional mudou. O trabalhador atual passa a ser muito mais requisitado, e em contrapartida, dedica menos tempo às suas atividades de lazer e família.
No passado, por mais que se tivessem pendências a serem resolvidas, nada poderia ser feito fora do escritório, da fábrica ou de qualquer outro ambiente de trabalho. Há muito tempo a vida profissional deixou de se resumir a oito horas diárias de trabalho no escritório e passou a exigir dedicação em tempo real. Com o avanço tecnológico, o profissional não se desconecta das questões do seu dia a dia e assim chega a trabalhar 24 horas.
Dentre os fatores que contribuíram para a existência de certa confusão entre o trabalho e a vida pessoal, estão a globalização e o avanço das comunicações em função da tecnologia, fazendo os valores profissionais tomarem mais espaço na vida das pessoas (ROBBINS, 2009, p14).
Assim, exige-se cada vez mais dedicação e empenho dos profissionais. As pendências de trabalho deixaram de pairar como uma névoa para realmente tomar conta da vida das pessoas. Hoje, o trabalhador não entra às oito da manhã e sai às seis da tarde. E mesmo que isso ocorra, ele tem ferramentas como o notebook e o celular que o acompanham onde ele estiver. Assim, não há um desligamento entre o profissional e o pessoal. O profissional moderno se depara cotidianamente com inúmeros desafios que consomem muito além das suas horas efetivamente contratadas e remuneradas no ambiente de trabalho. Assim ele vai se alienando e vivendo num universo paralelo.
Hoje, é comum vermos a figura do workaholic (expressão americana que teve origem na palavra alcoholic (alcoólatra) e serve para designar uma pessoa viciada, não em álcool, mas, em trabalho). As pessoas viciadas em trabalho sempre existiram, no entanto, nos últimos tempos acentuou-se sua existência motivada pela alta competitividade, pela vaidade, ambição, necessidade de sobrevivência ou ainda por alguma necessidade pessoal de provar algo a alguém ou a si mesmo.
O mais importante a se levar em conta é o equilíbrio que deve existir entre vida pessoal e vida profissional. O trabalho e o lazer devem caminhar na mesma direção. A vida não pode ser só trabalho. É necessário ter descontração para o bem-estar psicológico e emocional do indivíduo. Devemos sempre lembrar que a base para ser uma pessoa bem sucedida na vida é o tripé entre trabalho, família e saúde.
O equilíbrio desses pontos resulta em uma pessoa plena e feliz, satisfeita com o que faz e preparada para melhor enfrentar os inúmeros desafios que a vida impõe.
O profissional atual trabalha muito e colhe bons frutos de seu trabalho, como bons salários, benefícios, reconhecimentos da empresa, dentre outros itens que podem ser comprados. Porém, a felicidade não se compra. O salário normalmente traz conforto para a família.
Mas, o principal e, mais simples, é esquecido: a presença. A família e principalmente os filhos querem o pai e/ou a mãe presentes no seu dia a dia, participando das atividades em conjunto, para que possam estar seguros e ter boa base para crescerem fortes e formarem futuramente, famílias bem estruturadas. Lembrando sempre que a base da sociedade sempre será a família.
sexta-feira, 8 de março de 2013
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
sexta-feira, 11 de maio de 2012
quinta-feira, 10 de maio de 2012
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Convite para Palestra
Marcadores:
chetcr,
comrh,
convite,
expominas,
ferramenta de gestao do rh,
hudson,
importancia do controle de acesso,
palestra
sexta-feira, 20 de abril de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
terça-feira, 27 de março de 2012
segunda-feira, 26 de março de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Matéria na revista Senior Interface
A revista Interface da empresa SENIOR de Setembro, deu destaque em uma matéria da CH&TCR, falando sobre a efetividade do endomarketing na empresa. O mote da matéria foi tão expressivo, que acabou sendo escolhido como tema da matéria principal da revista que está na capa "Capacitação sem equívocos".
Abaixo uma imagem da revista Interface e a matéria no miolo da revista.
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